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SALA DE MÚSICA
SALA DE MÚSICA

Sob um pé direito de 4m, o teto negro com frisos em folha de ouro do francês Benoit Gentil remete ao espírito clássico do Palácio de Versalhes. Trata-se de um projeto “francês contemporâneo”, assinado pelos arquitetos Rogério Antunes e Bernardo Schor. Sua Sala de Música, de 36m², tem parte lateral em vidro transparente que valoriza a vista do prado onde os cavalos disputam as corridas. Acima, na viga de 2m de altura, em destaque, estão telas de Osvaldo Teixeira do Amaral, iluminadas com led’s. Datadas de 1930, obras como “O poeta florentino”, “Leda e o Cisne” e “O Tocador de Bombardino” foram restauradas e cedidas pela família do pintor para homenagear o também fundador e diretor do Museu Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro. As paredes ao fundo, forradas com painéis de espelho bisotado e os dois visores ovais adornados com cortinas brancas de camurça dão um ar aristocrático. A decoração do interior é inspirada nos hotéis-boutique, com influências do designer francês Philippe Starck. Réplicas de cômodas e poltronas francesas clássicas harmonizam com o mobiliário contemporâneo, representado por dois grandes sofás italianos em areia claro (Novo Ambiente), mesas de centro cúbicas espelhadas e tapetes orientais jogados sobre o piso de mármore branco. Uma escultura do japonês Toyota, feita em aço, toda colorida, foi cedida pela Galeria Almacén. Mas toda essa atmosfera clássica é quebrada em algum momento: um DJ vai tocar músicas atuais, enquanto imagens abstratas são projetadas (High End).

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