
Frank Gehry
Frank Gehry vê a si próprio, primeiro como um artista e depois como um arquiteto que trabalha mais do que um artista deveria. Ele traduziu o vocabulário da arte contemporânea na sua própria linguagem arquitetural, desobedecendo as regras da sua profissão e questionando suas convenções históricas. Como Rauschenberg, Johns e Warhol, ele introduziu o “gosto ruim” nos seus conceitos, enquanto se mantinha à parte do diálogo contemporâneo entre modernismo e pós-modernismo. Sua importância na arquitetura, hoje (embora não o seu trabalho), foi comparada àquela do grande e original arquiteto americano, Frank Lloyd Wright.
O museu Guggenheim, em Bilbao, foi o primeiro exemplo do uso do programa de computador Dassault; o museu Frederick R. Weisman, em Mineápolis foi projetado antes do museu de Bilbao e sem a ajuda de computadores; o museu Vitra, em Weil am Rhein, foi a sua primeira comissão Européia; o Centro de Energia em Bad Oeynhausen, é um centro técnico e cultural e, finalmente, o Centro de Conferência do Banco DG, localizado na Avenida Paris, na histórica Berlim, uma edificação controversa, considerada por Gehry um dos seus melhores trabalhos.